S2Publicom no #SMWSP – Estudo global: você já pensou sobre a socialização de sua marca?

Everton Schultz, diretor de comunicação digital da S2Publicom, apresentou o estudo  global da Weber Shandwick sobre socialização de marca, feita em parceria com a Forbes Insights. Esse estudo vem com o objetivo de atender a uma demanda corrente na agência de pensar a frente todas as mudanças da comunicação antes de oferecer alguma coisa ao cliente. É um desafio entender e agir no universo das mídias sociais e se pensarmos nas diferenças em termos de cultura esse desafio se expande ainda mais! *A Weber Shandwick tem 129 escritórios em 81 mercados :o

Porque a sociabilidade da marca interessa? Quanto a sociabilidade vale no todo da reputação de uma marca: há um ano, hoje e quanto valerá em 3 anos? Essas foram as perguntas iniciais da pesquisa, feita aos executivos de grandes empresas em todo o mundo. Os executivos brasileiros crêem acreditam que a sociabilidade vai representar 75% do valor de uma marca (10% a mais do que aponta o índice médio mundial).

Sabemos que parte das corporações ainda tem receio em investir fortemente em mídias sociais, tratando-a como um capítulo da comunicação. Por isso mesmo também foi feita uma outra pergunta: você acredita que os ganhos são maiores que os riscos ou os riscos maiores que os ganhos? E no Brasil 41% dos executivos acredita que os riscos são maiores. Mas este número muda se olharmos o índice global: 54% acham que os ganhos são maiores que os riscos.

Com base nesta e em outras questões respondidas pelos executivos, a Weber Shandwick elaborou um guia de 9 passos para sociabilizar a sua marca global. Veja quais são os passo-a-passo e confira a apresentação completa deste estudo no documento abaixo:

1 – Não é o meio – é muito mais do que a mensagem

2 – Coloque sua marca em movimento

3 – Integre ou morra

4 – Coloque o social no centro

5 – Ouça mais, fale menos

6 – Conte o que interessa – engajamento precisa valer a pena

7 – Pense global

8 – Conte com apoio de fora

9 – Esteja alerta

Socialize sua Marca!

Tudo anotado!

E você? Qual a sua opinião?

70% dos consumidores evitam produtos de empresas que não gostam

A Weber Shandwick acaba de divulgar os resultados de um novo estudo global, que aponta a importância da reputação da empresa por trás da marca quando o assunto é a decisão de compra dos consumidores.

Como o próprio título do post diz 70% dos consumidores entrevistados evitam comprar produtos quando não gostam da empresa que controla a marca. E veja só: os executivos concordam –> 87% deles dizem que “contar com uma marca corporativa forte é tão importante quanto produtos de marca forte”.

O estudo intitulado “A empresa por trás da marca: confiamos na reputaçãorevela 6 novas realidades sobre a interdependência entre a reputação da empresa e da marca. Veja abaixo:

1. A marca corporativa é tão importante quanto a marca dos produtos.

2.    A reputação corporativa funciona como controle de qualidade dos produtos.

3.    Qualquer disparidade entre a reputação corporativa e do produto gera uma reação intensa dos consumidores.

4.    Os produtos geram discussões, que envolvem a reputação.

5.    Os consumidores formam uma opinião instantaneamente.

6.    A reputação corporativa ajuda o valor de mercado da empresa. O status de “mais admirada” é mais valorizado do que os ganhos financeiros.

Confira aqui o release completo, o infográfico e o resumo executivo (em inglês).

Redes sociais e os nossos fluxos de relacionamento

Como organizamos nossos compromissos, nossos amigos, nossas atividades e relações? É baseado neste tipo de pergunta que são pensadas as redes sociais, hoje tão difundidas na web.

Muito antes do Orkut, chats do ZAZ e até mesmo do mIRC, por trás das tecnologias empregadas, programadores, comunicólogos e designers estavam preocupados não só com o algoritmo de toda essa conversação, mas em como as pessoas interagem na vida e como poderiam fazê-lo na web, o fluxo de pensamento na intenção do diálogo e a organização de como lidamos com nossos papos e relacionamento no ambiente real. Desde a invenção dos “zeros e uns”, que tentam emular a lógica de neurônios humanos, dos ícones de desktop da interface gráfica que tentam dar sentido automático aos códigos de programação, tenta-se aproximar o mundo virtual de realidade.

Bom, falei tudo isso para mostrar, sob a minha ótica, como percebi o lançamento mais atrativo (ou relançamento) do Google+, que emplacou comerciais de TV na última semana, no Dia de Ação de Graças. O Google, seguindo essa lógica de pensamento, tenta justamente emular a forma como compartilhamos as nossas experiências de vida. Claro que nada será mais do que “parecido” com organização mental dos nossos relacionamentos interpessoais, mas é muito significativa a intenção de poder colaborar para facilitar a comunicação no ambiente online.

O banco de dados da nossa mente tem infinitas possibilidades de cruzamento. É tão legal ver esse caminho evolutivo da humanização da tecnologia! Mostra para que nós resolvemos inventá-la.

Google+: Sharing but like real life

SAUDADES DE AMANHÃ

O saudosismo é um sentimento intrínseco ao ser humano. A velocidade inédita e absurda com que a tecnologia se reproduz e evolui atualmente não é capaz de mudar isso: os bons tempos sempre serão os idos; bom mesmo é quando eu era criança. Não importa que hoje a medicina resolva de modo indolor e instântaneo casos que há décadas seriam sinônimo de um óbito certo e doloroso, não importa que hoje viagens de milhares de quilômetros de distância se resolvam em minutos: bom mesmo é quando eu era criança.

Um desses saudosismos mais frequentes e radicais é observado na música. Os que afirmam que hoje em dia não se faz mais música boa o fazem com a convicção de quem diz que o céu é azul. Mas será que esse céu é tão azul assim? A internet desmontou e recriou, a seu modo, infinitos paradigmas tidos como certos, estáveis, eternos e inquestionáveis. Isso, por si só, já é difícil de ser concebido, até porque é uma tecnologia fluida, em constante desenvolvimento e não temos ainda a distância temporal necessária para avaliar muitos de seus efeitos práticos. Uma coisa, porém, é certa: a internet trouxe um novo modelo. Inútil especificar ou nomear de que tipo de modelo estamos falando, basta dizer que o que antes era um modelo baseado na propriedade agora é um modelo baseado no relacionamento.

O homem sempre compartilhou os bens culturais da maneira mais livre possível, tão livre quanto a tecnologia permitia: nos tempos do vinil, amigos se reuniam para ouvir uma banda, pegavam e emprestavam discos uns dos outros. Nos tempos de fita K-7, compilavam músicas de diferentes artistas na mesma fita e davam de presente uns aos outros. Nos tempos de internet, colocam a música em formato compactado no seu computador e as trocam entre si através de uma rede que liga todas as máquinas do mundo.

O compartilhamento sempre exsitiu, a internet só o potencializou (como, aliás, potencializou praticamente todas as outras experiências humanas, sem ter criado de fato nenhuma experiência nova).

A criatividade musical – ideais disponíveis para pensar e criar uma música – sempre foi infinita. Acontece que hoje as outras esferas do universo musical – divulgação, gravação e consumo – também são infinitas… se não infinitas pelo menos muito mais perto disso do que há 40 anos: ou do que ontem. Isso fundamenta a seguinte afirmação: nunca se fez tanta música boa na História. Simplesmente pelo fato de nunca tanta música ter sido feita, e isso a um custo tão baixo. O número que diminuiu não foi o de melhores artistas, mas sim o de melhores vendedores. O mercado musical diluiu-se, não se fazem mais tantos best-sellers como antigamente: Beatles, Stones, Caetano, Chico. E aqui não estamos falando de qualidade musical, mas sim de marketing; estamos falando da gravadora fechar o ano no azul.

O papel que a música teve na criação das redes sociais costuma ser sonegado. O conceito do Napster, programa de compartilhamento de música criado no fim do século passado, era baseado no sistema peer to peer, ou p2p. Isso significa que pela primeira vez um usuário comum podia disponibilizar arquivos na internet, ao mesmo tempo que podia baixar arquivos de outros computadores conectados. Esse compartilhamento musical era acompanhado de uma interface que possibilitava a comunicação em tempo real.

As duas pessoas podiam trocar arquivos ao mesmo tempo que trocavam ideias – e isso podia se multiplicar indefinidamente. Essa capacidade de se universalizar da música, esse total desconhecimento de fronteiras inerente à música é que fertilizou o terreno das mídias sociais. Ignorando as óbvias diferenças provenientes do avanço tecnológico, o conceito por trás do Napster e do Facebook é rigorosamente o mesmo. E é isso que move a internet e a Humanidade em direção ao futuro.

Social Media Revolution

Deixando de lado a propaganda contida, o vídeo mostra dados muito interessantes e curiosos sobre as mídias socias no mundo, além de estimular uma reflexão sobre o tema. Os números apresentados compreendem o período até junho de 2011.

Imagem de Amostra do You Tube

O galho de cada um nas mídias sociais

Existem muitas dúvidas sobre o lugar das mídias sociais no leque da comunicação. Empresas, agências e profissionais ainda debatem sobre o papel de cada um no universo “social media”.

Acredito que os caminhos serão traçados a partir do comportamento dos usuários e haverá espaço para todos trabalharem. A grande mudança, em minha opinião, acontece no planejamento da comunicação.

Para quem é do “ramo”, sempre existiu uma divisão (ruim, é claro!) sobre o papel da agência digital, da agência de publicidade e da “assessoria de imprensa” (sim, ainda se fala assim!).

Para nossa felicidade (meu êxtase), esta realidade está mudando, e de forma bem rápida. A cadeira das agências de Relações Públicas no planejamento deixou de ser coadjuvante no processo global de comunicação e passou a ser considerada tão estratégica quanto a de outros colegas.

Sem desmerecer o trabalho de nenhuma frente de comunicação,de forma geral, sempre existiu uma visão parcial do potencial do trabalho de comunicação corporativa na construção de uma marca e no estabelecimento de um diálogo construtivo com seus diversos públicos.

Em tempos de mídias sociais, em que a conversa vale mais ou o mesmo que a mensagem, o know-how das agências de RP em construir relacionamentos de longo prazo e gerenciar diálogos tornou-se parte essencial no planejamento estratégico das empresas.

Temos tido a oportunidade de trabalhar muito próximos com colegas de agências irmãs de propaganda e de digital. Neste novo modelo de atuação, estamos descobrindo que temos muito mais a trocar e agregar. Existe um galho para cada um, e podemos ficar nele para “brincar” todos juntos. Mãos à obra!

Meu celular, meu mundo: comunicar é preciso

Não importa se você nasceu antes ou depois do advento da web. Com certeza você está se comunicando de forma diferente, muito além do orelhão (lembra?). Analizando meu iPhone, fiquei espantado com a quantidade de mídias comunicativas somente na primeira tela. Os ícones do Facebook, Twitter, Instagram (meu preferido no momento), Foursquare, Plixi, WhatsApp, Linkedin, Messenger, GameCenter, SMS, MMS, E-mail e Ligar, função básica de qualquer mobile, dominaram meu aparelho e a forma como eu me relaciono. O ato de comunicar ocupa grande parte do meu tempo e eu me pergunto: o que fazíamos no taxi, esperando alguém em algum lugar ou em um momento sozinho sem um smartphone com mídias sociais?

Meus sobrinhos não sabem o que é uma máquina de escrever ou um aparelho de som duplo deck, mas conhecem e dominam o joguinho da loja de roupa infantil e o do cereal matinal. Depois, ao assistir um dos inúmeros canais infantis, reconhecem a marca e pedem para ter o produto. Eles não sabem, mas foram seduzidos pelo marketing 360º. Me questiono de novo: como as empresas faziam para falar com seus consumidores com tanta eficiência? Como?

A comunicação móvel é sem dúvida um caminho longo e sem volta onde as empresas devem direcionar (e investir) seus esforços. Hoje, o brasileiro quer e compra um celular com internet antes mesmo de ter um computador portátil. Este motivo é suficiente para catalizar seguidores e criar aplicativos surpreendentes, envolventes e que façam do usuário um propagador espontâneo da marca. É difícil resistir a um celular ali, inocente, ao meu lado e não explorar o que está aocntecendo no meu mundo e no mundo de todos. Não quero ver pura propaganda, quero algo que salte aos olhos em meio de tanta informação e imagem e me faça buscar, no celular, o enderço da loja para ir comprar o produto.

Monitoramento: para onde estão indo os dados?

Um dos pontos positivos da comunicação digital é a possibilidade de quantificar por meio de dados concretos a presença de marcas na web.

Utilizando ferramentas de analytics e soluções de monitoramento é possível ter acesso a números e estatísticas diversas, extremamente úteis para os negócios das empresas.

A análise sobre a percepção de consumidores e stakeholders em relação a uma marca, produto ou serviço se tornou algo mais próximo do dia a dia das áreas de marketing e comunicação. Com a instantaneidade proporcionada por estas ferramentas, é possível acompanhar em tempo real o impacto de uma ação (positiva ou negativa) e conversar (sem intermediários) com os públicos de interesse de uma organização.

A grande dúvida que surge é como as empresas têm analisado estas informações de forma estratégica. Os gráficos e as tabelas estão saindo dos emails e refletindo no planejamento estratégico das empresas?

Muitos são os números, poucas são as análises voltadas para o relacionamento a longo prazo da empresa com seus públicos. Muitas vezes, os perfis de empresas no Twitter ou Facebook parecem encenar um monólogo egocêntrico. Enquanto seus clientes estão falando sobre um assunto, as marcas insistem em promover seus produtos no velho estilo “the best you can get”.

As agências de Comunicação/RP possuem um grande desafio de tornar números e gráficos em conteúdo inteligente, para ser utilizado de forma transparente e estratégica na construção de um diálogo efetivamente.

A evolução da comunicação passa pela nossa capacidade de adaptar o relacionamento ao que acontece nas ruas (ou nos cabos), e isso vai além de quantificar o impacto de uma campanha isolada ou medir o número de retweets. A utilização desta análise no planejamento de comunicação a longo prazo como forma de inserir as empresas de forma estruturada na conversa é parte do nosso trabalho. Um “novo” desafio empolgante!

O desafio da gestão “social”

É interessante analisar como o boom das mídias sociais está revolucionando a forma de se fazer negócios.

Existem muitas teorias, teses, listas de passos para “obter sucesso” nas redes, livros e muitos, mas muitos especialistas em mídias sociais.

Cada vez que encontro uma “solução mágica” para todos os desafios que temos que enfrentar neste momento, fico não com um, mas com dois pés atrás.

Para mim, o grande desafio não se trata de encontrar soluções exatas. Assim como sempre aconteceu na comunicação, soluções exatas servem por um curto período de tempo.

Este olhar “social” deve estar presente em todas as áreas de uma empresa. Já não há mais espaço para monólogos impositivos. Consumidores já não podem ser colocados em um grande balaio. Cada indivíduo possui suas características individuais e o sucesso das organizações será garantido por sua capacidade de ouvir estas expectativas e adequar seus negócios, sem determinar verdades ou necessidades a partir de um ponto de vista isolado.

A tão falada relevância só pode ser conseguida com um árduo trabalho que envolve conteúdo, contexto, capacidade de entendimento e transparência. Um desafio empolgante para quem gosta de analisar o ser humano e suas eternas idiossincrasias.

Vamos nessa?

Jovens cérebros distraídos

“Os jovens estão treinando seus cérebros para serem distraídos”. Esta foi a frase que motivou o post. Ela faz parte da matéria Uma coisa por vez, da edição de fevereiro da revista Info.

O texto fala sobre pessoas “multitask”. Alguns estudos apontam que ser multitarefa não torna a maioria das pessoas mais produtiva. Quanto mais atividades simultâneas, mais dispersão e falta de foco.

Eu por exemplo, enquanto preparo este texto estou escutando música, o MSN está ligado, na verdade, dois, já que uso o aplicativo Plus – um para o trabalho e outro para os amigos, que se tornam cada vez mais contatos profissionais. Gmail, Hotmail e Facebook estão na mesma janela do navegador, em diversas abas. O Tweet-deck também está aqui piscando para mim. Nem preciso lembrá-los do Outlook, não é?!

A verdade é que “sofro” deste mal e ele me preocupa. Nesta semana parecia que eu pensava em mídias sociais 24h por dia. À noite, para relaxar, eu lia a Info e passei a me perguntar por que eu simplesmente não escolhi ler a revista Cláudia para desestressar (rs!).

Uma pesquisa ainda inédita apresentada na matéria que originou este post, mostra que o desperdício médio de tempo ao realizar atividades simultâneas é de 35%. Ou seja, no lugar de você ganhar tempo com a multitarefa, você perde.

Na geração Y, 70% acreditam que realizam multitarefa com qualidade, afirma um dos especialistas desta pesquisa. Pois bem, aqui vos fala uma autêntica representante Y, de 25 anos e passo a desconfiar que a multitarefa me torna ansiosa, dispersa e, muitas vezes, hiperativa.

Veja também o vídeo sobre o estudo da Universidade Stanford sobre pessoas Multitarefas.

Soluções?! Não tenho, desculpe! Este post só traz questionamentos!

No meu caso, em particular, para “desprogramar” o meu cérebro optei por praticar corrida (pessoal, eu odeio praticar atividade física, ou seja, o problema é sério! rs). Está ajudando? Não, ainda não… à noite eu fico pensando em como “dominar o mundo” porque acumulo adrenalina com o esporte! Mas, todos dizem que vai ajudar. Estou confiante!

E para você, que se identificou lendo isso tudo aqui e conseguiu ler até o final…parabéns! Talvez você tenha salvação (assim como eu)! ;)

ps: Essa matéria, na íntegra, ainda não está disponível no site da Info! Por isso fico devendo o link!